quarta, 09 novembro 2016 17:23

[68.2016] MEMÓRIAS

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Há quem não goste de fotografias porque trazem de volta os mortos, congelam a sua existência num tempo e num mundo ao qual deixaram de pertencer. Não quero entrar em discussões sobre este assunto, somos livres de pensar e gostar.
Lembrei-me disto hoje. Assim como me lembrei, logo pela manhã, e recordei palavras duma colega que teria sido fervorosa crítica sobre o resultado das eleições dos EUA. Não precisei de nenhuma fotografia para a trazer de volta. Quem deixa marcas na nossa vida, está presente, não deixa de pertencer ao nosso mundo. Vejo-a contrariar a minha opinião sobre a vitória Republicana, após a administração Clinton, ouço as suas palavras "os Americanos elegeram uma besta para presidente".
Não pretendo discutir mais sobre a vitória de Donald Trump, tudo o que eu escrever não passa de futurologia gratuita. Acredito que estamos a iniciar um novo ciclo politico, não apenas nos EUA, em toda a Europa. Basta ouvir as notícias. A história e o tempo encarregar-se-ão de escrever o resto.

sábado, 14 maio 2016 12:37

[...]

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De regresso ao trabalho. O Ribatejo ficou para trás.
Uma ausência de vários dias, nos quais desliguei das redes sociais e avancei com outros projetos.
Como o trabalho não se faz sozinho, vou aproveitar este dia humido para retomar o que deixei pendente.

segunda, 25 abril 2016 11:34

SURPRESA

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Quando estamos a entrar no primeiro sono e o telemóvel toca, acordamos aturdidos, duvidando se é sonho ou realidade. Foi o que me aconteceu na passada sexta-feira.
O novo dia tinha 30 minutos quando atendi o telemóvel pensando "porque me liga a patroa a esta hora!?!". À voz de comando "vai à porta porque eu tive um pesadelo", pensei que só podia ser um sonho. Ninguém é completamente louco para me acordar porque teve um pesadelo; A 320km sonhou que estavam ladrões a tentar entrar na minha casa e, pior, manda-me ir ter com eles e abrir-lhes a porta! Passada a incredulidade inicial e ainda com os olhos semi-cerrados lá me decidi a ir espreitar. Como era suposto, tudo escuro e calmo, não ouvia vivalma no exterior.
A voz continuava a comandar os meus passos "abre a porta e vai à rua!". Nesta fase apesar de saber quem ía encontrar do outro lado, confesso, abri a porta com algum receio, o sono impedia-me de raciocinar. A certeza do que ía acontecer igualava com a dúvida.
Foi uma excelente surpresa ver não um mas dois amigos de mochilas às costas.

Descansamos algumas horas e bem cedinho, partimos à aventura!

segunda, 09 novembro 2015 20:59

[DP] SPECIAL PEOPLE

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The major goal of being different is the capability of being indifferent to the differences.


A grande vantagem de ser diferente é a capacidade de ser indiferente às diferenças.